Interação Filosófica

 

INTRODUÇÃO

 

Em síntese, o autor deste texto considera a análise mundial sobre a mente humana, bem como o comportamento, uma estratégia por ele intitulada de unoanimicentrismo. Ou seja, uno: se referindo como contingência única; animi: a vivacidade filosófica analisada; e centrismo: dando ao conteúdo desta vivacidade como centro do indivíduo.

O unoanimicentrismo é ideia de ser única a vida racional existente dentro de um indivíduo, apesar da proposta psicanalítica criar opções de pensamento alternativo, a tendência é sempre deixar ao centro do funcionamento intelectivo a união entre o consciente e o subconsciente. Trata-se de uma deficiência cultural por compreender que historicamente há um ser dentro de um ser, e por isso impede a existência de um sistema cognitivo. Visto que não há necessidade, dentro dos parâmetros filosóficos, de ultrapassar a teoria didática sobre o conceito de dualismo porque é da maioria o critério de não haver necessidade de gerar esta hipótese, fica caracterizado a postura de jamais alcançar respostas adequadas às contradições existentes neste assunto.

Paradoxalmente, o Pensamento Trianímico não é um estudo que favorece outras análises anteriores e não se trata de mais um impasse para discussões infindáveis a espera de novas antíteses que relutam em jamais alcançar uma síntese satisfatória.

 

 

 

A INTERAÇÃO

 

Para construir de um sistema cognitivo é necessário situar e explicar cada setor deste sistema para comprovar a lógica de sua funcionalidade. E, inacreditavelmente, a História da Filosofia carrega uma vasta carga de conhecimento para promover esta construção, bastando analisar o conteúdo de cada assunto para encaminhá-lo à fonte de pensamento conforme analisado.

Neste contexto, a interação filosófica leva o Pensamento Trianímico para um nível de abrangência intelectual diferenciando das análises contemporâneas, por se posicionar como um grande cercado de conteúdo já proposto e aprovado anteriormente.

Em advertência, seria extensa a análise de cada contexto filosófico para compor a ideia completa deste texto, porque é enorme o conteúdo intelectual produzido mundialmente. Portanto, é necessário apenas identificar as interpretações filosóficas para cada setor trianímico para que não haja exaustão literária, e sim, uma forma estratégica e sucinta, sem desqualificar a proposta deste texto ou interferir erroneamente nas interpretações de filosóficas anteriores.

Pré-socráticos:

Sócrates:

Platão:

Aristóteles:

Santo Agostinho:

São Tomás de Aquino:

Nicolau Maquiavel:

Erasmo:

Montaigne:

Francis Bacon:

Hobbes:

René Descartes:

Espinosa:

Leibniz:

John Locke:

George Berkeley:

David Hume:

Immanuel Kant:

Thomas Paine:

Edmund Burke:

Jean Jacques Rousseau:

Willian Godwin:

Kalr Marx:

Pierre Joseph Proudhon:

Vladimir Ilych Lênin:

Leon Trótski:

Antonio Gramsci:

Schopenhauer:

Nietzsche:

Heidegger:

Jean Paul-Sartre:

Jeremy Bentham:

Bertrand Russell:

John Dewey:

Karl Popper:

Thomas Kuhn:

Ludwig Wittgenstein:

Adam Smith:

John Stuart Mill:

Max Weber:

Karl Schmitt:

Simone de Beauvoir:

Hebert Macuse:

Hannah Arendt:

Jürgen Habermas:

Michel Foucault:

Jean Baudrillard:

Jean-Francois Lyotard:

Jacques Derrida:

Richard Rorty:

 

Cristianismo:

Budismo:

Xintoísmo:

Islanismo:

 

 

 

Texto ainda em construção…