INTRODUÇÃO

 

Obviamente, o homo sapiens é o resultado da evolução física e neural do hominídeo, mas a diferença se dá no momento em que a espécie muda vários aspectos de seus hábitos, como deixar a sobrevivência voltada à caça e desbravamento, mudando a rotina tribal para povoados em busca de pacificações. Uma nova postura voltada em barganhas entre especiarias faz surgir o sistema de comércio entre os indivíduos, e o instinto primitivo dá lugar à ética social onde regras de cidadania devem ser desenvolvidas.

A estrutura do Pensamento Trianímico produzido pelo hominídeo se transforma num comportamento arcaico e inadequado mediante a nova postura de sobrevivência, devendo sofrer alterações para se adequar ao novo estilo de vida.

Para que isso aconteça, uma aptidão sociocultural surgiu sensivelmente, sem, entretanto, pouco a adicionar à evolução do Pensamento Trianímico, prevalecendo a adequação na atividade mental herdada. Contudo, o cérebro se transformou num grande potencial de inteligência.

Neste contexto, as forças cognitivas começaram a agir com mais intensidade numa busca constante de aptidões para seguir condutas destino a civilidade. O novo habitat, muito discrepante ao meio de vida onde o contato era direto com o mundo selvagem, o indivíduo deve remanejar seus pensamentos e criar repressões a várias características do instinto primitivo herdado. E dentro do sistema cognitivo adquirido, houve alternativas que auxiliou o homo sapiens nesta nova jornada, tanto na busca de aprimoramentos na vida cotidiana, tanto nos questionamentos sobre a vida e a natureza ao redor. A invenção da escrita, por exemplo, é uma das nobres façanhas alcançada. Isto aconteceu porque as adequações ideológicas contribuíram para o ato da concentração, engrandecendo o intelecto. Mas o Pensamento Trianímico também deu acessibilidades a raciocínios doentios, antiéticos e depressivos.

 

 

 

ARBITRAL, MAQUIAVÉLICO E MAIÊUTICO

 

Por consequência, nomenclatura e objetivos das forças cognitivas foram alterados em prol de novas aptidões cotidianas.

Arbitral, Maquiavélico e Maiêutico são referências a teorias existentes, de filósofos renomados, representando parte de maior predominância na característica da força cognitiva sensivelmente evoluída.

 

 

 

 

ARBITRAL

 

A força cognitiva instintiva deveria estar voltada aos desejos da natureza primitiva do ser, mas em contato com outras forças, e responsável direta pela sua própria sobrevivência, tornou-se obrigada a tomar decisões sobre seu destino no que diz respeito ao sistema sociocultural atuante.

Tornar-se arbitro do destino ou viver a mercê de outros árbitros, idealizar expectativas e desejos ou tomar decisões para o futuro não era algo codificado na neurogenética fornecida pelos ancestrais. Os hominídeos viviam e pensavam apenas em sobreviver. Consequentemente, esta nova forma de pensar causou no indivíduo os mesmos sintomas de ansiedade já experimentada milhares de anos antes, porém, numa nova filosofia de conflitos psicanalíticos provocada pelo convívio social pacífico.

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MAQUIAVÉLICO

A força cognitiva metafísica foi a que mais evoluiu no nascimento do homo sapiens.

Com a facilidade de se moldar a qualquer pensamento gerado pelo Arbitral, esta nova força cognitiva adquiriu um comportamento capaz de mudar de opinião no objetivo de querer sempre estar na função de intervir nas conjunturas advindas do Arbitral ou ocorrências assimiladas pelas observações sobre o mundo.

 

MAIÊUTICO

 

 

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